Cientistas defendem Cigarros Electrónicos

(Foto Credit: Reuters/Regis Duvignau)

Um grupo de 53 cientistas avisou a OMS (Organização Mundial de Saúde) para não classificar os cigarros electrónicos como tabaco, argumentando que se o fizessem iriam colocar em perigo a maior oportunidade de eliminar doenças e mortes causadas pelo cigarro tradicional.

A agência das Nações Unidas, que está atualmente a estudar a sua posição na matéria, indicou previamente que estaria a favor de aplicar restrições similares a todos os produtos que contenham nicotina.

Em carta aberta ao diretor geral, cientistas da Europa, América no Norte, Ásia e Austrália argumentaram que produtos com risco reduzido como os cigarros eletrónicos eram parte da solução na luta contra o tabaco, e não um problema.

“Estes produtos podem estar entre as mais significativas inovações do século 21, podendo salvar centenas de milhões de vidas. Deve-se resistir à ânsia de controla-los e suprimi-los como se fossem tabaco.”escreveram os especialistas.

Documentos de uma reunião de Novembro passado sugerem que a Agência da UN via os cigarros electrónicos como uma ameaça e que quereria classifica-los como os cigarros tradicionais, dentro do enquadramento da Convention on Tobacco Control (FCTC)(link.reuters.com/muq69v)

Isto fez soar o alarme entre os médicos especialistas. Um total de 178 países fazem parte desta convenção internacional e são obrigados a implementar as suas medidas.

Um dos assinantes desta carta aberta, o Professor Robert West, da University College London, na semana passada publicou um estudo que sugere que o cigarro electrónico pode ajudar mais gente a deixar o tabaco que os métodos tradicionais, e disse à BBC que os cigarros electrónicos devem ser “regulados pelo que são”, como um produto muito mais seguro que o tabaco.

 

(fonte Reuters | http://www.reuters.com/article/2014/05/28/health-ecigarettes-idUSL6N0OD3ZE20140528?feedType=RSS&feedName=everything&virtualBrandChannel=11563)


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