Estudo de Harvard confirma: não há evidências que vaporizadores passem a fumadores! Muito pelo contrário!

 

Um estudo publicado esta semana pela Harvard School of Public Health é o último numa série de estudos que não encontraram qualquer evidência na premissa muitas vezes ouvida em que o cigarro electrónico funciona como uma porta de entrada para o cigarro tradicional. Ou seja, os jovens começariam a vaporizar os cigarros electrónicos, atraídos pelos sabores e cheiros, e que mais tarde passariam a fumar os cigarros tradicionais.

 

Mas na realidade existe a forte possibilidade de que aconteça exatamente o oposto.

 

O último estudo foi efetuado na Europa por Constantine Vardavas que entrevistou 26500 pessoas questionando sobre os seus cigarros eletrónicos e hábitos de fumador, e descobriu que o número de não fumadores que experimentou os cigarros eletrónicos é significativamente reduzido, cerca de 1,1% da população. Descobriu também que 1/5 dos atuais fumadores, e que 1 em cada 20 ex-fumadores experimentou o cigarro eletrónico pelo menos uma vez.

 

Esta perspetiva pan-europeia é extremamente importante, e vem confirmar vários estudos que foram realizados em diversos países isolados. Por exemplo, o estudo inglês do Professor Robert West da UCL, demonstrou que os cigarros eletrónicos são usados primariamente como método, ou com o fim de deixar de fumar, e que são mais eficazes do que as outras alternativas.

 

 

Estes desenvolvimentos contrastam com as declarações publicas do CDC de um ano atrás, quando Dr. Tom Frieden disse que a pesquisa deles mostrava a emergência de uma “nova fase da dependência de nicotina”, quando de facto o estudo realizado não tinha meios de aferir o uso a longo prazo do cigarro eletrónico por não fumadores.

 

Este testemunho irresponsável e infundado causou o pânico e as suas repercussões são ainda visíveis hoje na legislação e nos movimentos anti-cigarros eletrónicos, e pela repetição desta desonestidade científica por parte da comunicação social.

 

No seu conjunto, todas as evidências científicas demonstram que os cigarros eletrónicos não estão a fomentar o fumo do cigarro tradicional, estão a possibilitar sim o abandono do cigarro tradicional a milhões de fumadores, e pode estar a criar um interessante e não previsto efeito: Prof. Dautzenberg foi bastante ousado na sua afirmação, dizendo que o impacto do cigarro eletrónico nos jovens Parisienses foi fazer com que a acção de fumar um cigarro tradicional seja visto como algo “sujo e fora de moda”.

 

A massiva redução dos jovens fumadores observada em Paris nos últimos anos, deve-se em parte à forma como é percecionado o fumo do cigarro tradicional: menos desejável quando comparado com o cigarro eletrónico.

 

 

Infelizmente as campanhas anti -tabaco não veem, ou não querem ver, estas evidências. Consideram os sabores como “um meio para atrair os jovens” (apesar de toda a evidência científica em contrário).

 

Há 3 principais argumentos contra os cigarros eletrónicos:

1. Estão a tornar o ato de “fumar”, novamente, socialmente aceitável.

2. Servem como porta de entra para o cigarro tradicional.

3. São inseguros.

 

Mas até à data não há qualquer evidência científica que suporte estas afirmações, muito pelo contrário.

Toda a pesquisa séria tem vindo a revelar que os cigarros eletrónicos são “o produto milagroso” que ajudam muitos fumadores a deixar todos os malefícios do tabaco .

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Adaptado de: http://vaping.com/news/harvard-confirms-no-evidence-for-gateway-into-tobacco-from-e-cigarettes


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